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Rubens MMaia | Anápolis-GO | 13/11/2009
olá, Simone!

hoje tive o prazer de dizer a vc, pessoalmente, o quanto seu livro me impressionou. porém, não disse que me sinto honrado por conhecer alguém que tenha realizado seus sonhos com tanta maestria, digo da maneira como vc tece sua trama e de como articula as palavras de forma que a obra final esteja à altura de todo e qualquer elogio vindouro ou omitido num sorriso de contentamento.
ler seu livro em dezessete horas não foi o meu maior trunfo. a maior recompensa, de fato, foi poder "degustar" - como vc mesma sugere - cada trecho do seu livro sem atentar para o correr das horas.

que Deus a ilumine sempre com graça e talento. é meu voto sincero.




Anna Emilia de Rodat | Anápolis-GO | 14/7/2009
Olá Simone,
Parabéns pela iniciativa ... ousadia .... e, especialmente por seu espírito literário!!!

Apaixonei-me pela trama, li seu livro em um piscar de olhos !!!
Encantei-me com diversas reflexões, dentre elas:
"... nada é definitivo, não tenho que ser a mesma para sempre. Minhas partes tristes, fracas, podem ser melhoradas. O futuro pode ser bom. Aliás o presente já é."

Obrigada pelo presente !!!
com carinho
Anna Emilia de Rodat



diário da manhã | goiânia-GO | 24/6/2009
A saga dos Almeida, irmãos editores

24/06/2009

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Por meio de um amigo, chega-me às mãos o livro Calipso e Ulisses, de Simone Athayde. Com 147 páginas, trata-se de uma publicação da Editora Kelps.

De imediato, a obra chama a atenção pelo esmerado acabamento. Publicação deste ano, a capa informa ser a segunda edição do primeiro romance da autora, que é goiana (informações contidas na orelha), formada em Odontologia e graduada em Letras e que, aos 9 anos de idade, já produzia poemas.

Embora relate um drama familiar comum, Calipso e Ulisses é uma narrativa exemplar, não apenas devido à correção da escrita, mas por apresentar certa beleza estilística da jovem autora.

Na verdade, uma novela urbana contemporânea, na qual a banalidade do enredo e o pouco expressivo perfil dos personagens são superados por uma narrativa madura, ágil, e, em alguns pontos, com certa engenharia literária.

Porém, um dos lados que despertam interesse é perceber o avanço técnico e editorial da Kelps, que de simples gráfica, quando começou, no início dos anos 1980, adquiriu inquestionável dimensão profissional.

Os Almeida chegaram do Sudoeste Goiano em 1983. O patriarca, João Boldrin de Almeida, com a mulher, Joana Barros de Almeida, instalou uma pequena gráfica no alpendre da acanhada residência, onde o casal vivia com os filhos Antônio, Waldeci, José e Ademar, na Vila Brasília.

Os irmãos Almeida, em certa medida, imprimem sua marca na vida literária goiana como o fizeram os irmãos Oriente, tempos antes.

Com 50 funcionários, a Editora Kelps produziu quase dez mil títulos. “Em matéria de tecnologia, não ficamos atrás de ninguém”, enfatiza, com certo orgulho, Antônio Almeida, que coordena os trabalhos na empresa.

Os maiores produtores de livros em Goiás, os irmãos empresários buscam avançar em eficiência quanto à distribuição do volume que sai semanalmente de suas oficinas. Além de Goiás, a Kelps tem pontos de venda no Tocantins, Distrito Federal e está expandindo seus negócios no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Os Almeida traçam em sua trajetória de livreiros um ponto incomum: não querem ser apenas comerciantes bem-sucedidos do livro. Antônio faz questão de destacar um certo compromisso com a literatura de Goiás e seus criadores.

Nessa direção, tem custeado a ida de outros livreiros e autores às bienais nacionais de livros (São Paulo e Rio de Janeiro). Sem falar na Bienal do Livro de Goiás, uma realização da Secretaria de Estado da Educação em parceria com a Agência Goiana de Cultura (Agepel), neste ano.

Em um universo ultrafechado, devido aos altos custos de uma publicação, os Almeida buscam facilitar a vida do escritor, principalmente dos iniciantes. Para isso, parcelam pagamentos em até dez vezes.

A prática da empresa não constitui nenhum favor, porém, veste-se de certa racionalidade e sensatez, ao passar longe da ganância que domina o mercado editorial.

A iniciativa é louvável em um País onde poucos têm acesso ao livro e onde bibliotecas ganham a conotação de “coisa para ricos”.

O esforço dos Almeida ganha mais brilho no momento em que Paulo Araújo, o mais tradicional livreiro goiano, fechou as portas de sua loja. Com isso, o Estado ficou literariamente mais pobre.

Claro que à Editora Kelps falta avançar mais, principalmente na seleção do material a publicar e na distribuição desse produto para outros mercados.

Paralelamente, deverá investir em uma bem-delineada estratégia de marketing e firmar convênios com secretarias de Educação e Cultura e outras entidades ligadas ao livro.

Esses passos certamente não descartam a necessidade de continuar investindo em tecnologia e pessoal especializado na produção e distribuição de livros.

Em um País onde o livro é colocado na estante como objeto de decoração e quase nunca como fonte de informação e conhecimento, é notável o esforço dos irmãos Almeida, que despontam quase como o último foco de luz sobre o livro.

Um tênue e resistente brilho no eito literário do sertão goiano.



zezinho | SAO PAULO_SP | 11/5/2009
Ola querida!Que belo trabalho o seu,sou amigo do negao e vou comprar um livro seu!Tambem escrevo tenho blog e um livro indepentente,ve se aparece la no meu blog ficarei muito honrado com a ilustre visita...Desejo toda a sorte do mundo em sua jornada,felidades,paz,sucesso e muita fé!!!Vc escreve muito bem estou admirado...Abraços!!!E até mais...


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